13 novembro 2014

Ação contra o bullying

Nos dias de hoje já está muito comum vermos em noticiários, jornais ou na internet vídeos sobre agressões físicas e verbais contras as crianças, é um assunto muito difícil mais que precisa ser abordado.

Vamos falar sobre bullying - " é um termo utilizado para descrever atos de violência física ou psicológica, intencionais e repetidos, praticados por um indivíduo ou grupo de indivíduos causando dor e angústia, sendo executadas dentro de uma relação desigual de poder.”
As consequências para as vítimas deste fenômeno são graves e abrangentes, promovendo no âmbito escolar o desinteresse pela escola, o déficit de concentração e aprendizagem, a queda do rendimento, o absentismo e a evasão escolar. No âmbito da saúde física e emocional, a baixa na resistência imunológica e na autoestima, o stress, os sintomas psicossomáticos, transtornos psicológicos, a depressão e o suicídio.

Quando ouvimos falar sobre professores que ainda praticam bullying, sentimo-nos indignados e ao mesmo tempo impotentes. Se aqueles que deveriam estar promovendo a paz e o respeito em sala de aula e protegendo nossos filhos contra essa covardia, são os agressores, o que esperar de seus alunos e de todo o ambiente escolar?

No site Bullying Não é Brincadeira, lemos: “O bullying cometido por professores tem algumas semelhanças com o bullying entre pares. Também é um abuso de poder que tende a ser crônico e geralmente é expresso de forma pública. É uma forma de humilhação que gera atenção por degradar um aluno na frente dos outros. Com efeito, o bullying pode ser uma cerimônia pública de degradação em que as capacidades da vítima são rebaixadas e sua identidade é ridicularizada.”

A sala de aula é o local mais provável de ocorrência, embora possa ocorrer em qualquer local em que os alunos estão sob supervisão de adultos, como resultado, o aluno pode também passar a ser um bode expiatório entre os colegas.

Da mesma forma que os alunos bullies, os professores podem empregar uma série de métodos para desviar-se de queixas reais ou imaginadas sobre sua conduta ofensiva. Um método comum é tentar convencer os alvos que eles são paranoicos ou malucos, que entenderam mal o comportamento em questão ou que isto só existe na cabeça deles.

um professor abusivo pode argumentar que o aluno que está se queixando está simplesmente tentando se desculpar por seu desempenho acadêmico “questionável”. Isto desvia a atenção da conduta imprópria do professor para uma discussão de “padrões” e para a motivação do aluno ao se queixar. Isto também tem o efeito minimizador de sugerir aos outros que o que está acontecendo é meramente uma “diferença pessoal” ao invés de um abuso sistemático de poder.

Qualquer queixa sobre o comportamento abusivo coloca o aluno em risco de retaliação pelo professor, incluindo o uso das notas como sanção.

Você já sofreu bullying? ou seu filho (a) está sofrendo ou já sofreu? Conte-nos a sua história, vamos nos unir contra estas atitudes.

Fonte:http://familia.com.br/como-lidar-com-um-professor-que-estaacute-fazendo-bullying
Fonte: http://bullyingnaoebrincadeira.com.br/material-para-pesquisa/bullying-praticado-por-professor/



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